07.06.2021

Podemos salvar o planeta reutilizando tudo que produzimos?

 

A mãe de todos os problemas ambientais: desperdício.

Para salvar o planeta temos que fazer apenas uma coisa: parar de desperdiçar tanto.

 

Em 2015 2/3 de todo material extraído da Terra escorregou pelos nossos dedos. Mais de 67 bilhões de toneladas de coisas arduamente conquistadas foram descartadas. 1/3 de toda comida apodreceu, mesmo a Amazonia tendo sido queimada para produzi-la. Pense num problema ambiental, e as chances é que esse está ligado ao desperdício. Acontece porque queimamos combustíveis fósseis e descartamos – dióxido de carbono – na atmosfera.

Todo material que os seres humanos conseguem reciclar, fazer compostagem, etc é apenas 9,3 bilhões de toneladas, apenas 9% do total desperdiçado.

 

Prosperidade num mundo de recursos finitos

A economia circular agrega diversas estratégias como reduzir, reutilizar, reciclar, alugar ao invés de possuir, que juntas podem remodelar a economia global de modo que elimine o desperdício. A economia circular não quer acabar com o crescimento, seu objetivo é transformar o modo como fazemos as coisas, para poder haver crescimento em harmonia com a natureza.. A economia circular pode economizar 630 bilhões de dólares ao ano às empresas da Europa.

 

O filósofo Leibniz disse: “Se é possível, logo existe” ao que concluímos:

Se podemos fazer acontecer, fazer com que exista, logo é possível.

 

O melhor e mais simples conselho: desperdice menos mantendo as coisas em uso.

 

Vestir o que já tem no seu armário é  a maneira mais sustentável de se vestir.

 

 

Fonte: National Geographic - Março 2020

 

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01.06.2021

Isolda Unissex Upcycled

 

Reaproveitar e transformar todo o seu arquivo de resíduos têxteis em novas peças que vestem a casa e o corpo até atingir o desperdício mais próximo de zero é o que tem motivado a recente fase criativa da Isolda. Após o sucesso da linha Isolda Upcycled, que ganhou o foco da marca em 2020, para esse ano a grande novidade é a maior aposta em peças sem gênero, seguindo o trilho iniciado com a produção das camisas Tristão.

 

Pijamas com inspiração nos vintages indianos, camisas e shorts descolados e sedutores kimonos completam a linha que será produzida a partir do upcycling dos linhos, algodões e sedas do deadstock de coleções passadas da marca que esse ano completa 10 anos.

 

As roupas já podem ser consideradas peças desejo e itens de colecionador desde sua concepção, uma vez que seu estoque é ultra limitado porque são produzidos unicamente a partir de sobras de tecidos, sem reposições. Outro compromisso com a sustentabiliade que a Isolda adotou em 2020 foi de produzir sob demanda, essencial para evitar desperdícios. O tempo de produção de cada peça pode levar em torno de dois ou três dias úteis a partir do dia da compra.

 

Além do upcycling dos tecidos lisos e icônicos estampados, Juliana Affonso Ferreira, diretora criativa da ISOLDA tem reaproveitado amostras de bordados, patches e appliqués criando assim peças com detalhes únicos e one of a kind.

“Criar a partir das sobras me entusiasma, e me dá propósito. Sinto que como marca temos essa responsabilidade. Estávamos guardando um arquivo têxtil de muita riqueza, poder ter tempo para mergulhar em outras coleções e histórias e dar um novo sentido à elas é fascinante e algo muito poderoso” revela Juliana Affonso Ferreira. 

 

O estilo de vida e momento atual desfrutando de mais tempo em casa refletiu e norteou a criação da coleção que foi toda pensada para um morar mais confortável, funcional e elegante. Pensando nisso a campanha fotográfica foi clicada no apartamento de Juliana, em São Paulo e no de seus amigos e vizinhos de porta os arquitetos Luiza Hueb e José Miguel Ferreira, da Hueb Ferreira arquitetos. Uma locação minimalista e aconchegante que permitiu que os fresh prints da Isolda respirassem livremente. As fotos são de André Ligeiro, beleza assinada pelo DryClub at Home, styling de Juliana Sans, e modelos Erikah Cardoso e Zeh Moreira.

 

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01.06.2021

Colab | Isolda & Bossanova

 

Flores, design e brasilidade que se engrandecem na atenção aos detalhes, bom gosto, estética e capricho representam alguns dos pontos em comum que uniram a Isolda à Bossanova, em uma inédita parceria. Partindo de uma admiração mútua, as duas marcas se juntam para desenvolver uma coleção de peças para decorar a mesa.

As inconfundíveis estampas pintadas à mão da Isolda ganham um novo olhar apurado através da Bossanova, que traz a experiência de anos decorando as mais exclusivas festas e eventos de São Paulo, e as transforma em jogos americanos, guardanapos, lacinhos porta guardanapos feitos a partir de linhos e algodões reciclados da marca. As peças são exclusivas, o estoque é ultra limitado.

Diversas mini coleções cápsulas serão lançadas ao longo do ano, em datas comemorativas, tudo pensado minuciosamente para levar celebração com muita bossa e otimismo para dentro de casa.

 

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10.08.2020

Entrevista com Julia Brito

 

Em tempos desafiadores queremos encher ainda mais a nossa casa de amor e alegria. É no lar que passamos a maior parte do tempo, logo os ambientes precisam estar aconchegantes e cheios de esperança. Os objetos que escolhemos para decorar a casa têm esse poder de transformar e alegrar. Convidamos a nossa amiga Julia Brito para compor uma mesa linda para o almoço de dia dos Pais, neste domingo. Ju tem formação em moda, trabalhou com arte durante mais de dez anos junto à sua mãe na Luciana Brito Galeria e atualmente transita entre os mundos da arte, moda e casa. Com um olhar apurado e artístico ela compôs uma mistura inusitada e cheia de bossa com os jogos americanos upcycled da Isolda para receber em casa com diversão e charme. E aí, gostaram do resultado? 

Julia veste o conjunto loungewear 100% seda Aquarela do Brasil. Look e jogos americanos disponíveis no site www.isoldabrasil.com

 

Juju:   Quais são as suas dicas para compor uma mesa charmosa? Alguma dica especial sobre flores? Cores?

JB: Acho que para compor uma mesa charmosa a melhor dica é não se apegar a muitas regras de combinações, deixar a mente livre. A refeição dura poucas horas então podemos “exagerar” sem medo de nos cansar. Também não me prendo a combinações na hora de comprar uma peça nova, por que a chave para mim é ter peças lindas e no final brincar com as diferentes combinações. 

 

Juju:   Qual a parte mais divertida de montar uma mesa? Porque você gosta?

JB: O mais divertido quando monto uma mesa é descobrir combinações inesperadas . Acho que a montagem da mesa nos proporciona fazer combinações de cores e texturas de uma maneira mais livre que a montagem de um look por exemplo que está sempre ligado ao ambiente, a temperatura etc.


Juju:   Quanto tempo e como é o processo de arrumação de mesa?

JB: Para arrumar uma mesa sempre tenho algum ponto de partida, as vezes uma louça específica que combina com o cardápio ou alguma cor que combine com o tema do evento. A partir daí vou combinando o resto das peças, flores e tecidos. Sempre fui muito estética e visual então gravo combinações de cores e referências sempre e na hora de montar uma mesa colocar elas em prática.

 

Juju:   Você teve duas datas especiais festivas recentemente. Como foi pra você comemorar seu aniversário e o batizado do seu filho em tempos de Covid? Como foi essa readaptação?

JB: Aproveitei esses dois eventos para caprichar na decoração das mesas, que foram bem pequenas! Mas mesas menores são mai fáceis pois não precisamos ter grande quantidade das peças!

 

Juju:   Como você leva a experiência do mundo das artes para o seu dia-a-dia arrumando mesas? Vê algo em comum? 

JB: O mundo das artes é presente na minha vida desde muito pequena, por isso costumo dizer que é praticamente uma linguagem que ja é incorporada na minha vida. A convivência bem próxima com artistas e seus pensamentos é com certeza uma nutrição vital para mim tanto no sentido estético quanto na forma que é formatado meu processo criativo. 

 

Juju:   Quais artistas te inspiram mais ultimamente?

JB: Os artistas e as obras de arte que convivo ao longo da minha vida são muito presentes sempre. Durante a quarentena alguns prevaleceram nos meus pensamentos. Allan McCollum pela sutileza em expor as diferentes formas, entendo que possa refletir na personalidade e individualidade de cada um. Rochelle Costi por que ela expõe de uma forma única tantos objetos, culturais e achados que esteticamente me prendem muito.

 

Juju:   O que não pode faltar na sua mesa?

JB: Flores! 

 

Juju:   Como foi pra você arrumar a mesa pra Isolda?

JB: As estampas da Isolda são simplesmente fascinantes e alegres! Fiquei muito surpresa em ver a versatilidade de cada uma; entram perfeitamente em uma mesa “maxi” com vários elementos mas também funcionam super com acessórios neutros para aqueles dias que não estamos com tanto tempo para misturar cores e texturas.

 

Juju: Qual sua comida preferida? O que você gosta de comer nas mesas lindas que compõe? Tem dicas de restaurantes que vc tem apoiado na quarentena?

JB: Sou viciada em saladas! Durante a quarentena me aventurei na cozinha fazendo diversas combinações das minhas saladas favoritas. Acho que as misturas de cores e texturas das saladas também me encantam. Sempre que tenho alguma florzinha em casa que caiu ou já não tem mais muito tempo de vida usa na decoração dos pratos.

 

Juju: Você tem dicas de livros, filmes, séries que viu recentemente e gostaria de compartilhar?

JB: Gostei muito do documentário da Michelle Obama, não conhecia muito a história dela e achei ela simplesmente incrível. As séries que assisti durante a quarentena foram: Little Fires Everywhere e Babies, recomendo as duas muito. LFE curta e fala sobre temas bem relevantes para o momento, fiquei com discussões internas sobre muitos dos temas que ela toca, Babies é uma série que conta sobre o desenvolvimento dos bebês e mostra descobertas bem recentes sobre o assunto. A Gentleman in Moscow é minha dica de livro para a quarentena! Li ele bem no início do confinamento e foi uma surpresa pois conta uma história de um homem que coincidente teve que ficar confinado e restrito a um ambiente durante tempos de mudanças na Rússia nos anos 20.